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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

FIXADA NA FASE ORAL






Fixada na Fase Oral

Ahan gostaram do título não foi? Mas desculpa frustrar você querido leitor, mas não é dessa vez que vou falar sacanagem aqui. É que hoje acordei numa ressaca violenta e recapitulando em flashback alguns acontecimentos da noite de ontem, eu me dei conta de algo que eu já sabia, mas parece que cada vez piora mais. Estou falando da minha oralidade, afinal que raios eu quero dizer com isso?

Bem eu acho que assumi de vez minha parte Peixes do meu ascendente, sim eu gosto de astrologia, leio meu horóscopo toda vez que saio de casa e apesar de terminar de ler e já me esquecer eu acredito sim, quando a mensagem é positiva, se não é nem dou bola hehe. Mas minha porção Peixes anda cada vez mais se sobressaindo, passei a ser mais sonhadora e tem outra qualidade do Peixes que agora não me lembro. Mas estou mesmo caminhando para aquela máxima: “o peixe morre pela boca”, sabem porquê? É tudo pela boca, ontem tomei muita cerveja e entrou tudo pela boca, e na medida que entrava cerveja , mais aumentava a eloquencia (tão estranho escrever eloquencia sem trema) bem, enfim, eu não calei a boca. Não sei em que etapa da minha vida me tornei tão eloquente assim. Reza a lenda que até meus 3 anos eu não falava, era muda e extremamente tímida, minha mãe já estava ficando preocupada , foi quando meu avô me levou no circo, dizem que quando voltei não parei mais de falar. Tipo a boneca Emília que tomou uma pílula e “tagarelou e tagarelou a falar”.

Só para situar vocês, quando falo da fase oral estou falando da teoria de Freud das fases do desenvolvimento infantil, são basicamente três fases:

Fase oral (nascimento a 1 ano): principal ponto de tensão e gratificação é a boca, a língua e lábios,inclui o morder e a sucção.

Fase anal: (1 - 3 anos): ânus e área vizinha são a maior fonte de interesse; aquisição de controle voluntário de esfíncter (treinamento da toalete).

Fase fálico-edipiana (3-5 anos): Foco genital de interesse, estimulação e excitação; pênis é o órgão de interesse de ambos os sexos; masturbação genital é comum; Intensa preocupação com ansiedade de castração ( temor de perda ou danos aos genitais); inveja do pênis (insatisfação com os próprios genitais e desejo de possuir genitais masculinos), vista em meninas, nesta fase; Complexo de Édipo é universal. Criança deseja ter relações sexuais e casar com o membro parental do sexo oposto e, simultânea livrar-se do membro do mesmo sexo.

Basicamente é isso, até tem uma passagem no filme 500 dias com ela em que ela fala que era apelidada de “Anal Girl” porque era organizada e limpa. Essas fases correspondem a certos traços de personalidade na vida adulta. Segundo meu supervisor da época do estágio também pode se atribuir as fases do desenvolvimento a certas preferências sexuais individuais, mas não acredito que sejam assim tão específicas. Até mesmo porque as pessoas gostam do que dá prazer e nem sempre entre lençóis é do mesmo jeito.

Por essa razão que acho que sou uma fixada na fase oral, minha estratégia de compensação e gratificação mental vem pela boca, é o falar em excesso, falar tudo o que vem a mente, comer e engolir o mundo com todos os carboidratos possíveis que me dão prazer, tomar toda cerveja que posso suportar e sem falar no cigarro que eu fumava que agora acho que compensei com a comida. Por isso que é tão difícil para qualquer ser humano fazer dieta, ficar quieto por muito tempo,isso por que a oralização é um prazer de uma vida inteira. Se parar para pensar, sempre colocamos algo na boca principalmente para aliviar tensões e ansiedades. 

Segundo também a psicanálise tem dois tipos de personalidade ligada a fase oral, o Oral Receptivo que é mais dependente que espera que as pessoas o gratifique e o Oral Sádico que toma a força mesmo, é explorador e agressivo. Realmente nem sei em qual dessas eu me encaixo, é sempre bom poder receber assim do que ficar tirando a força, mas ao mesmo tempo eu tenho uma agressividade latente dentro de mim. Bem mas se pensar assim todo mundo se encaixa nesses critérios e perfis de oralidade. Vim aqui só dizer que tenho consciência dos exageros praticados pela minha oralidade e que se não me controlar vou continuar acordando, gorda, com dor de cabeça e arrependida. Estou trabalhando nisso, já não bebo desde ontem e já marquei hora com a nutricionista para pelo menos regular o que eu ando comendo, bem pessoas espero que tenham tido um feriado tão bom quanto o meu cheio de oralidade (com um certo exagero eu sei)

Beijos Beijos

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

2 ANOS DE BAIANIDADE



Diga aí meu rei,

Hoje é um dia bem significativo na minha vida, é um dia que posso avaliar como minha vida deu uma bela guinada em 2 anos.Isso porque no dia 3 de novembro de 2008 eu estava desembarcando em Salvador. Vou confessar que eu sentia como se estivesse indo para outro país, o Brasil possui uma diversidade cultural tão grande que dá essa impressão mesmo. Lembro-me que desci do avião perto do meio dia, desci para o desembarque, um pouco desconfiada confesso, tinha uma baiana paramentada com alguns capoeiristas, desembarquei ouvindo o som ácido de um berimbau me ofereceram de cara uma fitinha do Bomfim, desconfiada não aceitei porque achei que depois eu teria que pagar ou comprar algum souvenir, mas não era isso, acho que era apenas umas boas vindas talvez patrocinada pela secretária de turismo, vai saber, eu já  estava chegando no início da alta temporada. Bem minha amiga me pegou no aeroporto e só me fez trocar de roupa para ir à praia, lá começou parte de um encantamento que nunca iria desaparecer, aquele mar todo verdinho, coqueiros, na época ainda tinha as mordomias das barracas de praia, eu estava branca como um papel, quase transparente devido aos mais de 10 meses sem praia e o fato de trabalhar em uma imobiliária em que nem havia janelas. Foi mais engraçado que um vendedor de tatuagem de henna me perguntou se eu era modelo, kkkk só aqui mesmo para me perguntarem uma coisa dessas! Cheguei em casa cor-de-rosa, a brancura já tinha ficado na praia e foi assim que nos últimos 2 anos nunca mais fiquei branca daquele jeito, nos dias seguintes fui para praia quase todo o santo dia, enquanto não achava emprego ficava na praia, no revelloin de 2009 eu já tinha uma cor que nunca tiveram antes e já havia me decidido ficar na terra de todos os santos e orixás. A Bahia é minha alma e meu coração é gaúcho, me divido entre duas culturas muito distintas, mas foi aqui na Bahia que sou realmente quem eu devo ser, tenho valores muitos diferentes do que eu costumava ter, conquistei coisas que enquanto morava no sul não conseguia e hoje vejo que eu posso. Yes I Can!!! Em 2 anos consegui emprego, morar sozinha, aprendi a cozinhar e lavar roupa, visitar lugares maravilhosos, fazer amigos que serão para a vida inteira, parar de fumar, comecei a correr,acordar mais cedo, porque a claridade faz você aqui ter uma vida mais matutina, isso tive que mudar eu era uma pessoa que dormia muito hoje tenho feito um esforço muito grande para dormir. Já conheço relativamente Salvador , coisa que eu achei que nunca iria me achar em uma cidade tão grande, volta e meia me perco quando tenho que ir a algum lugar e tenho que improvisar, talvez minha nova aquisição seja um GPS para não mais ter esse problema.
Já me apaixonei já me decepcionei, mas essas coisas de relacionamento, apesar de que tenha alguma influência cultural é tudo igual em qualquer lugar do planeta, talvez do universo também RS.
Bem já fiz muitas festa de todas as qualidades, já passei 2 carnavais e vou dizer que antes de passar carnaval aqui eu não sabia o que era carnaval. Posso dizer o mesmo do São João, porque no sul além de não ser um feriado, não é uma festa assim tão tradicional, para isso tem o 20 de setembro por lá. No São João tive a oportunidade de conhecer a Chapada Diamantina, um dos lugares mais bonitos que já vi. Conheci praias espetaculares e ainda espero conhecer mais algumas.
Bem em 2 anos minha fissura por praia diminui um pouco,mas ainda gosto muito mais que alguns amigos nativos daqui, que não costumam ir sempre na praia. Ás vezes quando estou cansada voltando do trabalho me pegava me perguntando pra mim mesma, porque afinal eu vim para cá??? É quando estou chegando em casa depois da lombinha (ladeirinha) que tem na entrada de Stella Maris, depois que passo dela e que vejo o mar os coqueiros, aquilo tudo me faz eu me resignar das diferenças que as vezes me aflige assim como o trânsito aqui em Salvador que me estressa muito,ali naquele momento eu tenho certeza que estou no lugar certo. Eu sei que aqui já é minha casa, não sou filha de São Salvador, mas sou com certeza adotada com muito amor e carinho, bem são 2 anos de baianidade nagô e apesar de meu sotaque ter aquele forte carácter sulino, por dentro eu to dizendo “ rei”, “ópaió”, com toda candura que essa terra tem.

 AMO TE BAHIA!!!!!!

"OLHA SÓ QUE LOUCURA ESSA MISTURA".....

http://www.youtube.com/watch?v=PsNK4oi9kLI&NR=1


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Crise dos 30 Tardia




Oláaa, voltei

Bem nem vou começar com a ladainha do por que não escrevi antes, acontece que tava sem saco mesmo achando tudo repetitivo e desinteressante. Tenho crises assim mesmo, não sou nenhuma bipolar, mas ás vezes me surpreendo comigo mesmo, acho que essa é a graça da vida de poder mudar, mudar de opinião, mudar atitudes, mudar de hábitos, mudar o cabelo, tudo isso faz a gente ser “gente como a gente “ rsrsrs.
Interessante...sabe eu descobri ultimamente com minhas insatisfações persistentes que isso nada mais é que uma crise violenta dos 30 anos, quer dizer se você lê esse blog com uma certa freqüência vai saber que tenho 33 anos, tô mais para lá do que para cá. Não deixa de ser uma crise de identidade também, ela é uma crise mais ou menos parecida quando sai da adolescência. Como diz Belchior “Como é perversa a juventude do meu coração que só entende o que é cruel e o que é paixão”, pois é, mas mais perverso ainda é o que o tempo faz com a gente. Eu pela primeira vez me dei conta do estrago que o tempo faz, tanto com a memória que isso de alguma maneira até gosto, não ter que me lembrar de tudo, como com o corpo ficando limitado para algumas coisas e com muito mais celulite. Sei que a responsável pelas minhas celulites sou eu, e é devido há anos de sedentarismo e dieta de engorda rica em carboidratos, não vou nem falar das outras porcarias que já toquei para dentro, mas deixa para outro post. Adotar um novo hábito, mudar de estilo de vida faz infinitamente bem, mas os resultados a essa altura do campeonato demoram, me parece que você quando adota algo novo que quer melhorar começam a se sobressair tudo o que estava errado há muito tempo e não conseguia enxergar. Dá para comparar com uma terapia, você fala, fala sobre tudo o que não te agrada mais em sua personalidade para depois se renovar e estar de fato disposta a tomar novas atitudes de vida.
Vou dizer, a dor ensina a gente a uma única coisa: a gemer. Se isso é bom ou ruim só você para saber, na verdade eu já cansei de sentir dor e hoje um pouco mais madura eu deliberadamente evito o desprazer, e isso inclui ter mais conforto, ganhar mais dinheiro (isso tá difícil), qualificar amizades, e não e digo NÃO mais me envolver com pessoas de temperamento sórdido, com baixa capacidade a frustração, deprimidas, porque são o tipo de pessoas que querem escravizar as outras com seus problemas. Sou psicóloga, mas não vou tratar ninguém assim de graça, já fiz muita caridade e se for para fazer caridade que seja para quem precise mesmo.
Vou dizer que a maturidade é engraçada, você se torna “mais inteligente” ás vezes com mais conhecimento ás vezes emocionalmente, mas ao mesmo tempo as frustrações nos deixam mais emocionalmente frágil, por isso me tornei mais seletiva, com o tempo esvaindo entre meus dedos não dá para ficar ratiando e criando ilusões quando não se tem grandes perspectivas. Sim, isso se aplica a relacionamentos, o último carinha que me envolvi foi o que me despertou que hoje temos que ter cuidado com quem nos relacionamos, hoje a loucura virou problema de saúde pública, com as leis antimanicomiais, com o fim de hospitais psiquiátricos para onde enfim estão tratando pessoas com transtornos de personalidade?
Tá gente não chega a tanto, o carinha só errou a mão, aliás foi o legítimo “como perder uma mulher no 4º encontro”. Bem deixa pra lá, acho que todos nós já tivemos alguém por quem já nos apaixonamos e que tivemos uma atitude tipo Glen Close naquele filme antológico chamado “Atração Fatal”, em que várias mulheres ficaram entusiasmadas e levaram seus maridos para assistir para coibir um pouco a infidelidade masculina, ou seja para os homens lembrarem que se saírem aí comendo outras indiscrimidamente isso poderia acontecer com eles. Nunca pensei que eu podia ser a vítima, é engraçado quando os papéis se invertem, mas eu entendo existem muita gente solitária por aí, não digo solteira digo sozinha mesmo, que se apegam a qualquer sentimento e atração.
Bem continuando, quanto a minha crise dos 30 tardia ela diz mais a respeito do meu corpo e uma freqüente insatisfação com as coisas, sei que sempre fui rabugentinha, muito exigente fruto de uma educação e uma família exigente por demais, por isso sei que sou assim, mas já melhorei um pouquinho viu?! Hoje me vi frustrada, fui experimentar fazer uma aula de swing baiano, okey que eu gaúcha não iria desempenhar bem uma aula dessas, era aula Pró de Pagode Baiano não é para qualquer um. Você consegue correr uma maratona? Desafio você a fazer uma aula de swing baiano. Você sabe resolver cálculos de física quântica? Desafio você a fazer uma aula de swing baiano. Você acha que sabe rebolar? É porque não conheceu o Príncipe, sim esse era o nome do professor, no mínimo ele deve ter arrancado uns ossos de seu quadril para poder rebolar daquele jeito. Incrível, como os baianos já nasceram com esse gingado rebolativo despudorado. Bem eu no meio de homens e meninas adolescentes que me convenceram a participar dessa aula, confesso me senti uma velha, e o professor uma hora perguntou por que eu parei? Eu já tinha parado porque estava extremamente envergonhada e achando que já tava esculhambando com a aula do cara com o meu “gingado” sulino, ele me falou: “Ninguém nasce sabendo”, eu acho que naquele caso ele estava errado, por que todo mundo na Bahia já nasceu sabendo dançar.
Bem mas essa aula foi em comemoração a 2 anos de Baianidade Nagô se aproximando, cheguei com intenções de morar na Bahia no dia 3 de novembro de 2009, já experimentei bastante dessa terra, mas esse vai ficar para um post comemorativo.  Hoje fico por aqui ainda pensando como fiquei frustrada de não saber rebolar L snif

Beijos aos meus queridos leitores

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ITACARÉ DREAMS






Helow dreamers,

Okey sei que novamente fiquei maior tempão sem escrever, mas tem acontecido coisas estranhas na minha vida e meus sentimentos estão de fato uma confusão. Estou revendo todos, mas todo meu conceito a respeito de relacionamentos acontece que não cheguei a nenhuma conclusão. Claro que para tanto fiz uma viagem para espairecer e colocar minha cabeça no lugar mesmo sabendo que tinha que poupar grana se pretendo mesmo trocar de carro. Fui para meu paraíso aqui na Bahia e esse paraíso se chama Itacaré. Não é só pelas belezas naturais que gosto desse lugar, é pela magia, como o lugar se desenrola, como as coisas acontecem, eu senti isso por 2 outros lugares na minha vida e foi na praia do Rosa e na Ilha do Mel que apesar de ter ido somente 1 vez tenho lembranças que eram um lugares mágicos. Minha mãe dizia que a Ilha do mel nunca mais se repetiria daquela maneira que foi, era uma galera astral dividindo a mesma pousadinha e houve uma interação com todo mundo foi mágico, e para completar o lugar era roots na época, antes de virar roteiro de excursão de colégio, foi minha única vez na Ilha do Mel em 1989, isso quer dizer há mais de 20 anos e então acredito que deve estar já bem diferente mesmo. Quanto ao Rosa, ah o Rosa...... tenho as recordações mais maravilhosas, foi a primeira vez que vi o sol nascer no mar (nunca me prestava a acordar para isso) na verdade eu nem tinha dormido sai direto de uma festa e fui para beira da praia, o Rosa é uma enseada rodeada de morros, o sol se agigantou e saiu aquela bola vermelha de dentro d´água, foi lindo, tudo isso com a trilha sonora de Jack Jonhson que foi a primeira vez que ouvi, perguntei quem era que tocava, me disseram que era um havaiano, eu imaginava o cara gordão com cara típica de havaiano , tipo tocando uma guitarra havaiana, depois descobri que Jack era simplesmente Jack, e “Times like these,times like those”. No Rosa tinha um astral assim mágico, alguém chegava na roda que você estava tomando chimarrão e de repente convidava para fazer uma “saudação ao sol”, assim yoga de graça na praia, daqui a pouco chovia todo mundo se apertava no único bar do Rosa Norte e alguém chegava com violão e tocava Bob Marley e todo mundo cantava e por essa e por outras razões que o Rosa era mágico para mim, me apaixonei várias vezes no Rosa, podia não dar em nada depois, mas a recordações eram preciosas.
Bem Itacaré me despertou isso também, desde a primeira vez que fui no ano passado, ano passado a visita foi rápida, mas já sentia que tinha uma vibe muito especial, no modo que as pessoas eram, no reggae bem roots de uma bandinha, gente de todo o lugar, não era bem um feriado e fiquei só uma noite e um dia. Acho que deu para perceber que gosto de lugares de surf, eu particularmente dei uma surfadinha quando era adolescente nos mares gélidos e escuros do sul com minha bodyboarding (morey), mas sempre fui medíocre neste esporte apesar de ser aficionada, até hoje tenho esperanças de aprender a surfar de prancha como as minhas amigas que eu ia para o Rosa. 
Itacaré tem lugares muito astral, da primeira vez fui para Prainha, uma trilha relativamente fácil mas, demoradinha aquela coisa de sobe e desce morro, a praia é linda lembra um pouco Bainema que conheci no final do ano quando fui para Boipeba, bem Boipeba é um caso a parte mas ficou devendo na vibe, de repente se eu tivesse ficado em Moreré....
Itacaré dessa vez foi legal, me apaixonei por um selvagem que foi morar lá por opção para sair dessa babilônia que é a vida urbana, me chamava de patricinha, no mínimo deveria me achar uma pessoa fútil, coisa que eu penso não ser, mas perto da vida simplista que ele escolheu talvez eu possa até concordar. Como disse, esses lugares citados são mágicos e se apaixonar fica fácil, calma eu até fiquei bem caidinha pelo selvagem até descobrir que ele também era uma atração local, ou seja, era da praia de Itacaré e não era de ninguém, mas curti ter o conhecido me fez me sentir legal, ele tinha um sex appeal bem forte se é que vocês me entendem. Depois de ter ido para ficar 1 dia acabei ficando 3, tipo de coisa que acontecia no Rosa também, alguém te convida depois tu arranja um jeito de ficar, vai torrando uma graninha aqui outra lá.Em Itacaré, fiz uma trilha trash com as amigas em nível de aventura para a praia de Jeribucaçu, com direito a cobra no caminho, tombos, maníaca piriguete se perdendo na trilha, essa foi engraçada, o guia nos presenteou com a presença de uma amiga dele, que acabou se perdendo no meio da trilha, quando nos distanciamos um pouco na trilha ela perguntou o que eu fazia, respondi que era psicóloga e ela prontamente falou que:- “eu tô com transtorno bipolar”(sic) (foi bem assim), eu fingi interesse e perguntei da medicação, a criatura não estava tomando nenhuma, nisso eu já previa no que podia acontecer, bem eu resolvi esperar a galera e ela continuou na trilha, chegamos na praia e nada da amiguinha aparecer, ela apareceu quando já nos preparávamos para ir embora contando a história miraculosa que encontrou uma jangada no rio próximo a trilha, com pessoas super bacanas e que iria comer um peixe com a galera, na real não era muito possível isso, não vi pessoal nenhum, mas quem sou eu para questionar um delírio como esse.
Bem a noite prometia, fomos para a centrinho, uma noite de muita dança regado a muita cerveja, dancei bastante estava bem legal, tirando que na volta da trilha eu tinha descoberto que a maluca em questão tinha ficado com o selvagem também, e o selvagem já estava na sua terceira investida, bem deixa o selvagem pra lá sem mágoas (hurt feelings) era uma instituição local. Curti bastante com as minhas amigas mais queridas da Bahia, dancei , ri muito, curti Roots, Rock, Reggae e praia, me bronzeei . Voltei para casa com minha imaginação fértil, pensando de repente ir morar por lá, largar essa babilônia toda.... #NOT . Sou urbana demais para me desapegar disso tudo, mas ficaria contente em ter uma casinha lá e ir sempre, sempre que puder!
Bem galera amada, volto com histórias para contar e agora minha mente ficou mais leve, livre de algumas confabulações e com a sensação que algo extraordinário está para acontecer! (quem sabe?)
Ótima quinta e a amanhã já começa o findi, exceto para mim que trabalho sábado.

Bjs Bjs



domingo, 19 de setembro de 2010

MEUS PRIMEIROS 5 KM!!!!!



Oie Pessoas!




Estou aqui para lhes contar como foi minha primeira corrida depois que comecei a correr com uma assessoria desportiva. Em primeiro lugar foi uma descoberta incrível, a sensação de correr pra mim agora é como poder descobrir caminhar pela primeira vez. YES I CAN.

Só para vocês saberem, antes que pensem “puxa como ela é saudável!”, bem eu era tudo menos saudável, eu era antítese de ser saudável, fumava desde meus 15 anos, apesar de sempre tentar algum esporte nunca fui muito determinada, logo enchia o saco e acabava largando. Comecei com Ballet e Ginástica Ritmíca Desportiva depois na adolescência, foi karatê,vôlei, basquete, handebol, ciclismo, bodyboarding, natação,Yoga, musculação, depois foram as variáveis, Jump, Body Pump, e por fim agora corrida. Acontece que descobri uma satisfação muito grande na corrida, além de ser um esporte muito democrático, os resultados são rápidos e surpreendentes, pelo menos para mim tem sido. Eu não era o tipo de pessoa que acreditava que nosso estado evolucionário era se mexer acreditava na verdade que o normal mesmo era ficar parado, tipo bicho preguiça, sedentarismo total, reservas de energias, isso aí, achava que nós seres humanos não tinhamos evoluído do macaco e sim do bicho preguiça, que dorme quase 20 horas por dia e quando não está dormindo está comendo (brincadeirinha). Mas essa era eu, máximo que praticava era alterocopismo e dança na pista de dança, na balada, isso não muito regular uma vez no fim de semana e olhe lá.

Por isso hoje senti orgulho de mim mesma, madruguei ás 5 da manhã, não tive pódio nem beijo de namorado, não tive ninguém para tirar foto desse momento especial, só teve o pessoal do clube de corrida, corri com uma colega e ela começou comigo, ela terminou junto foi bem legal. Gostaria de ter corrido em bem menos tempo, mas, acontece que só me avisaram que tinham conseguido um kit da corrida para mim no final do treino de ontem (sábado). Hoje então tive que fazer novamente 5 km, estava já um pouco cansada, comecei bem na manha era todo mundo me passando tinha a impressão que ia chegar por último, mas que nada quem deu muito gás no início e não estava acostumado começou a caminhar, depois quando faltavam uns 2km para o final, visualizava os gordinhos na minha frente e pensava “não vou perder para aquele gordinho, não” pode parecer maldade não tenho absolutamente nada contra gordinhos mas era para eu imprimir mais velocidade e ter um objetivo a mais para terminar a corrida, claro pensamento nada nobre já que não sou do tipo magrinha e mignom. Finalmente cruzei a linha de chegada, via as pessoas esperando pelos seus parentes, amigos, cônjuges corredores, sorrindo e uma vez que outra um gritava palavras de estímulo durante a corrida. Vou dizer que o mais legal da corrida é isso, os anônimos te dando força e também porque não importa que você seja gordinho (a), já tenha certa idade, seja baixo, alto, branco, preto, vermelho, amarelo ou azul. Você tem pernas você pode correr também! E até que nem tem também, porque existem os atletas paraolímpicos, hoje inclusive vi na televisão o primeiro atleta paraolímpico brasileiro a cruzar o Canal da Mancha, puxa é muito querer se superar, mas acredito que a alegria deve ser indescritível.

Assim como para mim foi indescritível participar da minha primeira corrida, só 5km, mas sem quebrar (jargão de corredores, quer dizer não caminhei), minha primeira medalha (de muitas espero), meu primeiro kit, meu primeiro número, cheguei no final e a música que rolava no MP3 era “True Love” de SOJA, resolvi correr só ouvindo reggae apesar que ás vezes não conseguia ouvir nada, nem deu para me concentrar na música como faço nos treinos eram muitos estímulos. O cara da água, os caras que corriam muito rápido, as pessoas que caminhavam, o mar, o pessoal que assistia, todo mundo com o mesmo propósito (terminar a corrida), mas com objetivos pessoais bem diferentes, quebrar suas marcas pessoais, bater seus próprios tempos. Bem eu comecei hoje já para bater o tempo na próxima e rumo aos 10 km. Feliz e Feliz da vida. Run Mila Run!!!!!!!!


Esta foto é a do kit o nome do número está “Ana” agradeço a Ana (seja lá quem seja) ter desistido e me proporcionado este momento lindo!!!!
Beijão a todos e uma ótima ótima semana

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fada Madrinha

E aí galera?




Pois é estou em dívidas com você amadinho (a) leitor desse blog, mas não escrevi antes porque estava visitando minha Terra amada o Rio Grande do Sul, e sim pode me chamar de eufemista porque amo ser gaúcha, apesar de que amo morar na Bahia. Na verdade além de não ter tido tempo eu não lembro o login do meu blog e só posso fazê-lo em casa mesmo.Para ver como ás vezes (mas só as vezes ) sou tapada, eu esqueci de me inscrever na corrida do dia 19 de setembro, engraçado que contei para todo mundo mas agora nem sei se vou correr, meu treinador disse que vai fazer um esforcinho para me inscrever já que ando correndo bem, aquela coisa toda, tá sei que não é um comentário modesto, mas se eu não me animar? Quem vai?

Bem caro leitor, eu queria lhes contar como foi minha viagem, aliás, acho que depois dessa viagem algo em mim há de fato mudado, outras coisas não. Foi muito legal ter matado a saudades da família, mas por outro lado vi que minha escolha foi acertada em morar longe só assim continuo minha caminhada e crescendo como pessoa, tive que me livrar de muitos problemas que não só diziam respeito a mim, fui egoísta talvez, mas se não me libertasse de certos cordões umbilicais talvez seria uma pessoa mais limitada e medrosa. É a vida, chega uma hora que a gente cresce e para viver legal temos que nos livrar da culpa, nos ensinam sempre a nos sentirmos culpados e isso não é legal. A culpa nos paralisa, eu já não sinto mais culpa de um monte de coisa e ainda continuo tentando me livrar de outras tantas, devagar vou conseguindo. Por exemplo, não me sinto mais culpada pelos meus relacionamentos anteriores, como disse não vou acreditar que sou uma pessoa insuportável que ninguém me agüenta e por isso estou sozinha, nada disso! Pior que antes achava isso, são crenças instauradas na minha cabeça e hoje percebo bem de onde vieram. Bem deixando de ser enigmática e definitivamente não era sobre isso que eu iria falar. Umas das coisas legais e do meu maior motivo de ir visitar o sul foram um casamento e um batismo. Fui madrinha nas duas ocasiões. Na primeira ocasião e esse evento que fez algo mudar em mim, ou pelo menos foi inspirador, ver um casal se casando me comoveu e muito, sim chorei paca no casamento, foi pura emoção e mais emoção ainda, porque de alguma forma fui tão responsável por esse casamento do que o Padre. Isso na verdade porque eu apresentei os noivos, e foi em uma situação bem inusitada, aconteceu uma semana antes de eu vir para cá. Parecia que eu tinha que completar minha missão antes de ir embora (parece até drama Hehe). Como disse no casamento quando os noivos me homenagearam por eu ter lhes apresentado, que era um amiguinho espiritual que queria que eu apresentasse os dois sei lá, coisas do destino, coincidências, não sei. Fiquei pensando onde de fato começamos a amar alguém, e quando sabemos que essa é a pessoa para a vida toda?

Vendo os meus “afilhados” na Igreja apaixonados, se olhando profundamente com muito amor, confesso que senti uma inveja branca, pensei se um dia me casaria também, pela primeira vez na vida acho que senti vontade de me casar. Claro que é uma tarefa árdua para alguém que nem tem namorado. Como estava comovida por toda a situação dessa vez fui parar (entusiasmada diga-se de passagem) no meio da mulherada solteira para pegar o bouquet, bem caros amigos(as) EU PEGUEI!!!HA eu peguei o bouquet, não sei se a noiva mirou em mim (ela jura que não), se eu era a mais alta (sempre sou a mais alta), mas acontece que o bouquet fez uma trajetória tipo aquele saque do vôlei do Bernardo (super anos 80) Jornada nas Estrelas e só estiquei minha mão e puf. Voilá peguei ele. Justo eu que nem me prestava a isso tempos atrás. Lembro-me que no casamento do meu primo me encheram tanto o saco que fosse pegar o bouquet, eu já de má vontade fiquei bem atrás e não é que o danado veio na minha direção! Eu desviei para o lado como se me defendesse de uma bolada e o bouquet caiu no chão, um tiozinho bêbado o pegou e saiu bem feliz com a gravata na testa, típico de qualquer festa de casamento, o bêbado com gravata na testa. Para a infelicidade das solteiras um homem acabou com essa palhaçada toda. Bem se eu serei a próxima a casar? Sinceramente não sei, se casar dependesse desse tipo de convenção que bom seria, estaria já preparando meu enxoval sem ao menos conhecer o pretendente. Já para outras pessoas essa história de pegar o bouquet é balela, sabe que ouvi uma história de uma menina quando contei que tinha pego o bouquet, ela contou que nunca mais iria nem chegar perto de um bouquet, isso porque uma vez ela pegou e o noivo dela terminou logo em seguida. Engraçado, isso me fez me lembrar uma coisa, do termo “encoleirado”, casar tem uma conotação completamente diferente para homens, me faz lembrar do casamento caipira no São João, aquela imagem do sogro com uma espingarda nas costas do noivo. Fico pensando que estatisticamente deve ser uma porcentagem bem pequena de homens (corajosos) que manifestam a vontade de casar, é que nem aquela máxima, eu não creio nisso, mas que los hay, los hay. Bem manifestar aqui em um blog minha vontade de encontrar um amor de verdade para toda a vida, ainda mais depois de pegar um bouquet diminui drasticamente minhas chances de desencalhar, mas vou acreditar que o amor ainda é bem mais forte emoção que várias outras convenções. Principalmente aquela que mulher de 30 (ou mais) são desesperadas e tal, loucas para casar e ter filhos, mas digo, todo mundo tem medo de casar e ter filho, não só os homens, isso é responsabilidade demais, é ter outras pessoas com grau de importância maior do que você mesmo. Querendo ou não fui Fada Madrinha dos corajosos Eve e Lucas e do Antonio Henrique meu maninho, e posso dizer que meu pai é bem corajoso, acho que me escolheram porque sabem que eu desejo toda Felicidade que uma vida possa oferecer para todos, e que isso de fato de me comoveu, porque tanto casamento quanto batizado são fatos concretos de amor (ou deveriam ser). Bem gente adoro escrever para vocês.Pode deixar que manterei vocês atualizados. E para encerrar vou deixar vocês com a musiquinha que eu me imaginava entrando na Igreja quando era adolescente, para tanto visualizem eu vestida de noiva (eu não consigo), entrando de braços dados com meu pai, um noivo me esperando no altar ao som de tchan tchan tchan tchan


Stairway to Heaven



There's a lady who's sure all that glitters is gold


And she's buying a stairway to heaven


When she gets there she knows if the stores are all closed


With a word she can get what she came for






And she's buying a stairway to heaven






There's a sign on the wall, but she wants to be sure


'Cause you know sometimes words have two meanings


In a tree by the brook there's a songbird who sings


Sometimes all of our thoughts are misgiven






Oh, it makes me wonder


Oh, it makes me wonder






There's a feeling I get when I look to the west


And my spirit is crying for leaving


In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees


And the voices of those who stand looking






Oh, it makes me wonder


Oh, really makes me wonder






And it's whispered that soon, if we all call the tune


Then the piper will lead us to reason


And a new day will dawn for those who stand long


And the forests will echo with laughter






If there's a bustle in your hedgerow, don't be alarmed now


It's just a spring clean for the may queen


Yes, there are two paths you can go by, but in the long run


There's still time to change the road you're on






And it makes me wonder






Your head is humming and it won't go


In case you don't know, the piper's calling you to join him


Dear lady, can you hear the wind blow


And did you know your stairway lies on the whispering wind






And as we wind on down the road


Our shadows taller than our soul, there walks a lady we all know


Who shines white light and wants to show


How everything still turns to gold and if you listen very hard






The tune will come to you at last


When all are one and one is all, yeah


To be a rock and not to roll


And she's buying a stairway to heaven








segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Carta a Minha Amada Branca Lucy



Lucy hoje é um dia muito, mas muito triste para mim, hoje foi o dia que fiquei sabendo que você se foi. Você era minha, a minha cadelona.

Lembro-me quando o pai pegou você, eu estava na praia comentando com a minha mãe que eu andava muito maternal que eu precisava de um cachorro, antes que arranjasse um filho,acho que foi a única vez que tive vontade ou pensava em ter filho. Fiquei tão feliz quando o meu pai ligou dizendo que tinha pego você, um filhotinho de Boxer branco. Eu não tinha nem idéia como era um Boxer branco, conhecia aqueles Boxer cor de caramelo bem convencionais, eu estava morrendo de curiosidade para te ver, eu já andava pensando em possíveis nomes, mas já haviam te batizado de Lucy, achei bonitinho, eu pensava em um nome mais original, mas Lucy tava legal.

Quando cheguei da praia depois das férias fui correndo ver seu rostinho, você era branquinha, com só um olho tigrado, era tão lindinha e grande para uma cadelinha de 45 dias. Quando você me viu ficou um pouco arisca, você não era muito dócil, costumava a se baixar nas patinhas da frente e rosnar. Eu achava isso um desaforo tão pequeninha e tão atrevida, acabei entrando no seu jogo e adorava brincar com você para ver você rosnar e ficar brabinha comigo. Depois de um tempo você adquiriu o hábito de quando parar ficar com as patinhas em cima dos meus pés, você não tinha idéia de quanto já era pesada, eu tirava meus pés de baixo e pisava de levinho nos seus, foi aí que começamos a “jogar capoeira”, depois que você fazia sua ginga dava umas puladas bem altas e depois disparava pelo jardim, e a brincadeira continuava porque eu tinha que sair correndo também sabendo que nunca iria te alcançar. Lembro me quando você ganhou seu peixinho, a brincadeira era tocar para bem longe até você buscar e trazer, era o que o pai estava te ensinando, mas eu e o meu irmão,estragamos seu aprendizado porque atirávamos o peixinho um para o outro como você fosse a “bobinha” da história. Bem você aprendeu rápido, assim que pegava o peixinho você largava no chão e assim que alguém fizesse menção de pegar você pegava de volta e saia correndo, e agora quem era a bobinha?

Lucy lembro-me da companheira que eras para mim, era só eu segurar a coleira você disparava para o portão e dava pulos, e pulava com suas patas em cima de mim, eu fatalmente tinha sempre que sujar minha roupa em seus passeios, saia sempre desfilando sua digital na calça ou na blusa. Sair com você era tarefa árdua, você as vezes quase me carregava, mesmo eu quase sufocando você com o enforcador você nem dava bola e me levava para onde queria. Quando ficou mais mocinha e educada, ficou mais fácil passear com você, você era muito sociável e tinha gente que conhecia você, mas não me conhecia, seu Orkut sempre teve mais amigos do que o meu. Você era meu termômetro nos relacionamentos, sempre te apresentei aos meus namorados e paqueras, sempre falo de ti para meus amigo, para os que não te conhecem e para os que te conhecem nunca eles esqueceram de ti, você é inesquecível. Já tive muitos outros cachorros,sempre tive cachorro o primeiro que lembro aos meus 5 anos o Tufão que era um vira-lata que ficou tão brabo, que tiveram que dar ele e ele acabou sendo cão de guarda de uma empresa de butijão de gás, Lulu um Cocker que roubaram ele era tão aloprado que  roeu todos os sapatos da casa, Quick era um dálmata que era do mundo, me seguia até o colégio e uma vez me deu um oi na sala de aula , era um dálmata excepcionalmente com bolotas marrom com olhos verdes, Babuska uma Schnauzer única cadela com pedigree mesmo, ficou tanto tempo com a gente, me lembro que ela fugiu para morrer já estava velinha, Pierrot o cachorro mais meiguinho da face da terra, ele tinha cara de pidão e as pessoas sempre queriam levar ele pra casa, era um Labrador com Cocker, como o pai costumava dizer era 50% Cocker 50% Labrador, ou seja 100% vira lata, Pierrot era um híbrido, e foi por um bom tempo seu companheiro Lucy ele te cuidava quando saíamos juntos. Agora espero que vocês se reencontre no céu dos cachorros que possam brincar e correr por toda a eternidade. Saudades minha branca, seja feliz assim como muitas vezes você também me fez muito feliz com seu amor incondicional. Adeus